Padaria artesanalConfeitaria própriaBuffet de café da manhãAlmoço self-serviceFrango assado madeirenseTerraço panorâmicoPadaria artesanalConfeitaria própriaBuffet de café da manhãAlmoço self-serviceFrango assado madeirenseTerraço panorâmico
Nossa história
De uma charrete puxada a cavalo à melhor padaria do bairro
Em 1951, recém-chegado da Ilha da Madeira, Portugal, Luiz Fernandes Figueira entregava pães numa charrete puxada por três cavalos. Aprendeu o ofício na Padaria 15, de Santo Amaro, e nunca perdeu de vista sua meta: aprender e prosperar.
Em 18 de março de 1969, ao lado do cunhado Antonio Rodrigues Cró, inaugurou a Panificadora Flor das Américas na Vila Cruzeiro. Hoje, filhos e netos — Sérgio, Luiz Sérgio, Narciso e Luiz Carlos Fernandes Figueira — seguem no comando da casa, mantendo viva a mesma dedicação de mais de meio século.
Desde 1969Herança madeirense4 gerações da famíliaSede própria
A fachada original, décadas atrás
O que fazemos
Especialidades da casa
De pão fresco a jantar em família — tudo no mesmo lugar, todos os dias.
Pães artesanais
Fornada fresca todos os dias, do jeito que padaria de bairro de verdade faz.
Confeitaria
Bolos confeitados, tortas doces e aquele doce que parece nuvem na boca.
Salgados & tortas salgadas
Pra festa ou pro lanche da tarde, sempre feito na hora.
Frango assado madeirense
Todo fim de semana, com tempero segredo da casa que ninguém revela.
Almoço self-service
Pratos elaborados com ingredientes de ótima qualidade, de segunda a domingo.
Buffet de sopas
De quinta a domingo no inverno — imperdível pra quem é do bairro.
Pão fresco, todos os dias — massa, crosta e aquele cheirinho de padaria de verdade.
Encontro do bairro
Café da manhã em família, happy hour no terraço
Buffet de café da manhã aos finais de semana e feriados, e um terraço panorâmico que virou ponto de encontro dos amigos da vizinhança.
Buffet de café da manhã
Finais de semana e feriados, pra ser degustado por famílias e amigos.
Almoço self-service
Todos os dias, com ingredientes selecionados e o capricho de sempre.
Terraço panorâmico
Bate-papo e happy hour com os amigos do bairro, no espaço novo da casa.
Pão também tem história
Curiosidades
O pão se cerca tanto de informações verdadeiras e científicas quanto de outras místicas — mas nem por isso menos verdadeiras — que permeiam a sabedoria popular. Conheça algumas das mais marcantes.
A lenda do milagre das rosas
É de tradição católica a data que homenageia os padeiros. Instituído em 1955 pelo II Congresso Nacional de Panificação, o dia de Santa Isabel, comemorado em 8 de julho, é também o Dia do Padeiro. Santa Isabel era Rainha de Portugal e distribuía pão aos pobres, escondida do rei.
Conta-se que, numa manhã de inverno, a rainha, decidida a ajudar os mais desfavorecidos, encheu o regaço do vestido com pães pra distribuir. Flagrada pelo soberano, que perguntou o que levava, ela exclamou: "São rosas, Senhor!" — e, ao abrir o regaço diante da desconfiança dele, teriam brotado rosas no lugar dos pães. Este evento ficou conhecido como o milagre das rosas.
O Milagre de Maria da Piedade
Lenda popular portuguesa, da região de Toulões: uma avó, uma vez por semana, colocava o neto mais novo em frente à masseira pra sovar a massa do pão da família — uma dúzia de pães de 2 a 3 kg cada.
Numa madrugada, ela se esqueceu de buscá-lo na hora certa, e o menino sovou a massa por muito mais tempo que o normal. Desesperada, achando que tinha "estragado" o pão da semana, a avó — Maria da Piedade — levou os pães assim mesmo pro forno comunitário da aldeia.
E o milagre aconteceu: os pães saíram mais fofos, estalantes e saborosos do que qualquer outro da vila, e Maria da Piedade virou a padeira mais admirada de Toulões, sem nunca revelar seu "segredo" a ninguém. A moral que a receita deixou: "a perfeição é simplesmente o resultado de um pouquinho mais de tempo e de trabalho."
O pão e o controle do humor
O pão é um dos primeiros alimentos registrados pela história da humanidade e está presente em praticamente todas as culturas. Ele estimula a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar — por isso a dica de comer pão pra melhorar o humor.
Sobre calorias: nenhum alimento engorda sozinho, é a quantidade ingerida que conta. Um pão francês de 80g tem até 180 calorias; o integral de mesmo peso, um pouco menos — mas a vantagem da farinha integral é reter mais nutrientes e fibras, que demoram mais a digerir. É energético e recomendado a atletas, por ser rica fonte de carboidratos complexos que viram glicogênio, reserva de energia do corpo.
Mentira: casca e miolo do pão têm a mesma composição calórica — retirar o miolo só faz comer menos pão, não menos caloria por grama. Verdade: em casos de diabetes o consumo deve ser limitado (não cessado); na doença celíaca, o consumo de derivados de trigo é contraindicado.
O Pão Nosso de Cada Dia
De tão importante, o trigo está associado a Deméter (ou Ceres, na mitologia romana), deusa da agricultura — de seu nome latino vem a palavra "cereal". Um dos segredos de Ceres era o preparo e armazenamento do pão, arte que ela teria aprendido com os egípcios antigos, os primeiros a dominar o fermento. No século 3 a.C., documentos atestam que os gregos já tinham pelo menos 72 receitas de pão.
Na Idade Média, ser padeiro exigia anos de aprendizagem e era sinônimo de status profissional — em períodos de fome, a chave do celeiro representava prestígio e poder. Não à toa, Santa Isabel, rainha portuguesa que distribuía pão aos pobres no século 13, é hoje a padroeira dos padeiros.
Antigamente...
No Egito antigo, o pão servia até pra pagar salários: um dia de trabalho valia três pães e dois vasos grandes de cerveja. Na Europa, era costume as mães darem às filhas que casavam um pouco de sua massa de pão, na crença de que assim elas fariam um pão tão gostoso quanto o delas.
Ao longo da história, a cor do pão chegou a indicar posição social — pão escuro era coisa de baixa renda, pão branco de elite, porque refinar a farinha branca era caro (hoje é o contrário). Às vésperas da Revolução Francesa, ao saber que o povo não tinha pão, Maria Antonieta teria respondido "Que comam brioches" — frase histórica, ainda que o diálogo em si seja incerto. Para os cristãos, o pão simboliza o corpo de Cristo, presente até hoje na oração do Pai-Nosso.
Enfarinhados — O Palhaço e o Pão
Antigamente, sem maquiagem, os palhaços espalhavam farinha pelo rosto e pelas mãos pra ficar com a cara branca — por isso muitos artistas da época eram chamados de "enfarinhados".
Uma lenda parisiense de quase 400 anos conta que existia um padeiro apelidado "Gross Guillaume" ("Gordo Guilherme"), que trabalhava o dia todo na padaria e corria pro teatro à noite pra atuar. Um dia, atrasado, entrou em cena sem tempo de lavar o rosto — coberto de farinha. O público achou graça da cara branca, e vários palhaços passaram a repetir o truque.
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Onde estamos
Vila Cruzeiro, Santo Amaro — aberto todos os dias, das 6h às 22h.
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Endereço
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